ACEIROafro studio
Aceiro Afoito — trancista afro de Angola no seu estúdio

Aceiro — trancista de Angola

Em Tiumen há muitas profissionais que fizeram um curso de tranças africanas. E depois há eu — alguém para quem as tranças faziam parte da vida muito antes de serem profissão.

10+

anos a entrançar

Angola

terra natal e escola

6

tipos de trançado

4+

entranço crianças a partir desta idade

Nasci e cresci em Angola. Lá, as meninas aprendem a entrançar antes de aprenderem a ler: primeiro nas bonecas, depois nas irmãs mais novas, depois em toda a gente que se sentasse ao lado. Aos doze anos já entrançava metade do nosso quintal.

Em África, as tranças não são um «serviço de beleza» — são uma língua. Pelo trançado vê-se de que família és, para que ocasião te preparas, quanta paciência e quanto gosto tem a trancista. Por isso, entre nós não existe o «assim já serve» — existe apenas o bem feito.

Quando me mudei para Tiumen, vi que aqui gostam de tranças africanas, mas entrançam de outra maneira: mais depressa, mais apertado, sem atenção ao cabelo. As clientes vinham ter comigo para «entrançar de novo» e ficavam espantadas por a cabeça poder não doer.

Hoje tranço de tudo: tranças africanas, zizi, cornrows, de-dreads, cachos afro — em adultos e crianças. Faço cada trabalho como o faria em casa: firme, com carinho e com respeito pelo teu cabelo.

Se não dói, está bem feito

Tranças demasiado apertadas são erro da trancista, não «o normal dos primeiros dias». Depois do meu trançado a cabeça não dói.

O preço antes, não depois

Digo o valor exato pela foto do cabelo antes de começar o trabalho. O material está incluído — não aparecem custos extra.

O cabelo vale mais do que o penteado

Escolho a técnica conforme o estado do cabelo e digo-te com franqueza se alguma opção não for boa para ti.

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